Reajuste de Aluguel? Saiba o que fazer!

Última Atualização:
July 21, 2021

Reajuste de aluguel pode pegar brasileiros de surpresa! Confira as alternativas para o reajuste.

Francisco Stadnik
Gerente imobiliário da Zeno

Você conhece alguém que teve o aluguel aumentado nos últimos meses? Ou você também foi um dos milhares de brasileiros que sofreram com o reajuste de aluguel?

Esse aumento pode pegar muitas pessoas de surpresa e gerar um transtorno imenso!

Pensando nisso, separei algumas alternativas para que isso não ocorra com você.

 

Entendendo o problema

     O aumento do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), unido ao prolongamento da pandemia no Brasil, pode ter graves consequências na vida do brasileiro que vive de aluguel. 

     O IGP-M, índice formulado na década de 50, que rege negócios entre empresas, bem como contratos de aluguel, chegou a ultrapassar os 30% de aumento em 2020.

A adoção do índice como regulador tinha como base o fato de sempre ser divulgado no final do mês, o que facilitava para imobiliárias e locatários, e a sua pequena variação. 

 

O que fazer em casos de reajuste do aluguel?

     Caso você esteja passando por essa situação, saiba que existem duas maneiras de se resolver o problema: Primeiramente, deve-se entrar em contato com o proprietário ou a imobiliária e tentar negociar o reajuste sob o índice IGP-M previsto em contrato.

     A segunda alternativa, ainda na negociação, é pedir a substituição do índice de reajuste, trocando o IGP-M pelo Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA).

Isso porque ele vem acumulando em torno de 8%. Um valor baixo se comparado aos 30% do IGP-M.

 

E se a negociação não funcionar?


     A tentativa de negociação sempre é o primeiro passo que devemos seguir. Contudo, caso ela não funcione, é possível pedir na justiça pela substituição ou redução do reajuste com base na exorbitância do valor. Mas esse é um processo que pode vir a ser desgastante e gerar dor de cabeça.

     Com o agravamento da pandemia, o súbito desemprego de milhões de brasileiros e a instabilidade financeira que o Brasil vem passando, o índice teve uma crescente exponencial e não reflete mais os hábitos de consumo dos brasileiros.

    Isso acabou dando margem para estas alterações contratuais que podem evitar que milhares de famílias tenham que se mudar às pressas ou sejam despejadas, por falta de renda para o pagamento do aluguel.


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